quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

11 JAN – La Paz

Acordamos às 6h e às 8h já estávamos no Banco do Brasil, ao lado do Hotel, na av. do Prado, para resolver o problema dos saques. Perdemos quase toda a manhã e sem solução. Aqui no Brasil o Banco do Brasil informa uma coisa e depois que a gente está no exterior ninguém consegue resolver nada (a agência não sabe o que está acontecendo, o 0800 não atende ligação do exterior, a agência local diz que não existe terminal eletrônico na Bolívia).
Fomos tomar um tremendo Capuccino...



...e depois rumamos para a oficina NOSIGLIA (indicada em outro relato) que fica na zona sul da cidade, na Av. Costaneira 29 – Colocoto. Apanhamos mas achamos.





Deixamos as motos com o Walter (a cara do Schuk Noris) que nos levou de pick-up à região dos restaurantes.



Almoçamos na Bravíssimo – Pizzeria y Trattoria. Excelente. Ótimo ambiente. Comemos um Filetto Rossini a $48 bol. Regado a cerveja Huari. Av. Montenegro esq. Calle Ferrecio (aqui pronuncia-se “caie” e na argentina “calhe” = rua).




Voltamos para a oficina (tailler) e as motos levariam mais uma hora. Paramos um táxi e perguntamos quanto saia para visitarmos um sitio arqueológico. Então, fechamos com o Arsênio LLamaca (f: 70699275)  por US$50 ida e volta mais uma hora no local, e fomos para as Ruínas de Tiwuanaka.


Chegamos lá às 16:15h. Bilheteria fechada às 16h. Lá fomos nós “cantar a polícia (o exército é a única polícia e está presente em todos os locais públicos: bancos, trânsito, etc...) a nos deixar entrar. Convencidos, chamaram o bilheteiro e compramos o boleto de visitação por $80 bol por pessoa, e saímos na maior corrida (que a falta de oxigênio permitiu) e conseguimos ver 2 ruínas e um museu. É espetacular a arte com que faziam as coisas manualmente.


















 As escavações no local continuam, pois vimos alguns trabalhadores erguendo uma rocha de 4x5m e uns 90cm de espessura, para continuar escavando abaixo.



Voltamos às 17:30h...



...e fomos buscar as motos que ficaram ótimas (regular  carbura, redução de giclê ,não trocam o giclê, mas simplesmente passam duas voltas de um fio de cobre por dentro do buraco do giclê já instalado), troca de óleo (ou câmbio del aceite) e esticar e lubrificar a corrente, que nos custou $187 bol ou R$62,00.



Voltamos para o Hotel abaixo da maior chuva e fiquei redigindo este relato até às 3h da manha. O que eu não faço por vocês, né?


Depois disto resolvemos que vamos ficar mais um dia em La Paz. Seguir em frente com chuva não nos permitiria visitar “El tribunal Inca” (120km) e o passeio pelo Lago Titicaca. Amanhã a gente vai visitar o Pico Chacaltaya e o mercado de Las Brujas.

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