Saímos
às 7h direto para a estrada para Copacabana (Lago Titicaca). A estrada muito
boa. Quando avistamos o Lago começamos a parar para fotografar. Paisagens
lindíssimas.
Numa destas paradas chega uma Pick-up, placa da Bolívia, e o
motora desce e se apresenta como motociclista (ele diz que mesmo sendo de
Harley) e queria conhecer a gente e saber alguma coisa sobre nossa viagem,
etc... Conversas trocadas, voltamos pra estrada e seguimos quase juntos até São
Pablo de Tikina, onde a estrada termina no lago. Nos despedimos do cara da
Halley e família, com direito a fotos...
Botamos as motos na balsa ($5 bol/moto).
Cerca de 15 min. e estávamos do outro lado em São Pedro de Tikina.
Aí a estrada fica horrível. Centenas de buracos e remendos. Baixamos para 60/70km/h. E assim vai até Copacabana.
Na entrada da cidade uma barreira policial. Descemos, fomos até a guarita e os policiais (3) nos pediram o Passaporte e Carteira de Habilitação Internacional. Um deles registrou no livro e disse que era $2 bol de cada. Pagamos. Aí ele entrega os documentos pro policial da outra mesa, que diz que são $5 bol de cada pelo direito de visitar a cidade. Aí caí na gozação pra cima deles. Mas não é propina. É uma arrecadação para o município (fornecem um boleto). Na saída cumprimentei os dois que me cobraram e agradeci o outro por não ter me cobrado nada. Risadasem geral.
A cidade não é tudo aquilo que divulgam. Não se parece
nem um pouco com a nossa do Rio de Janeiro (não vi tiroteio nem arrastão) mas
diz a história que dali saiu a imagem santa que deu o nome a nossa Copacabana.
Por falta de tempo não fomos visitar as ilhas do Sol e da Lua. Almoçamos, muito bem, à beira-lago, comendo TruchasLa Plancha (trutas na chapa) no restaurante ao lado do quartel
da Marinha.
Na saída da cidade sentamos ao lado da estátua do Rei Inkamankopaca
para uma foto.
Alguns Km após a saída chegamos à fronteira na cidade de Youngoyu, passamos pela Imigração (Passaporte p/ carimbar saída) e Aduana (ficam com o Permisso da moto). No meio da pista, na frente das cancelas da fronteira, uma rede de vôlei e um monte de nativos jogando. Para sair do País tivemos que passar por fora do campo de vôlei pra não atrapalhar o jogo (segundo o policial de plantão, eles jogam ali na estrada porque não existe outro lugar apropriado).????????. Uns 500m depois chegamos à polícia peruana.
Primeiro Aduana para registrar a entrada das motos e fornecer o
permisso. Depois a Imigração, preenchendo um formulário e carimbo no
Passaporte.
Tudo resolvido. pegamos as motos e a primeira cancela é aberta. Passamos e vamos para a segunda cancela (10 metros depois), mas aí um policial manda se dirigir à
guarita. Descemos e nos pedem, novamente, os documentos das motos. Mui
delicadamente pergunto pra que serve a primeira guarita em que apresentamos os
documentos e nos deram o permisso. Aí um cara de pau me diz que a primeira é
para oficializar a entrada da moto e essa agora, para nossa segurança, pois os
dados serão transmitidos para a polícia de todo o País. Entretanto, para a transmissão destes dados para Lima (Capital)
eles estavam sugerindo uma contribuição
de pelos menos uns $10 soles por moto (essa foi uma propina descarada). Fui
cambiar pra poder pagar (câmbio ao lado da Aduana). Tentei dar uma ganhada no
cara mas não deu. Peguei $10 soles, fui até o policial, entreguei e me despedi
no maior sorriso. Virei de costas e escutei : “e la otra moto?”. Aí me virei
pro cara e caímos na gargalhada eu e ele. Meu irmão pagou mais $10 e ficamos de
papo com eles (uns oito) contando piadas e rindo (quando o estupro é
inevitável: relaxa e goza). Ainda nos indicaram pra visitar o 5,5 (cinco e
medio) um bordel na entrada de Puno (onde devem morar suas madrecitas).
Táxi na fronteira.
Com a estrada uma miséria e muitas paradas para fotos, chegamos em Puno já noite. Barreira policial. Só uma rápida inquisição por um cabo metido a general e liberados. Já avistávamos a cidade quando cai a maior chuvarada. Rodamos mais uns dois km e paramos num posto de gasolina (grifo) para botar a roupa de chuva. Seguimos até uma rótula (rotonda) dentro da cidade (esquecemos de procurar a mana do policial no 5,5). Um gurizão aparece (uma jaqueta com logo de hotel) e faz seu marketing. Resolvemos conferir. Como não dava pro cara ir de carona com a gente por causa da bagagem, ele pega um Táxi (??) que era uma bicicleta com 2 rodas na frente (onde vai o passageiro) protegida por um toldo e uma roda atrás onde vai o motorista dirigindo a coisa. Gozadissimo. Tem de tudo que é tipo e muito coloridas.
Conferimos e gostamos. Hotel ______________ a US$30, duplo, garagem, aquecimento, café, bar. No próprio hotel já acertamos o passeio a ilha de Uros para o dia seguinte às 9:00h com uma Van buscando no Hotel, levando para o porto e buscando depois do passeio, por $20 soles/pessoa..
Botamos as motos na balsa ($5 bol/moto).
Aí a estrada fica horrível. Centenas de buracos e remendos. Baixamos para 60/70km/h. E assim vai até Copacabana.
Na entrada da cidade uma barreira policial. Descemos, fomos até a guarita e os policiais (3) nos pediram o Passaporte e Carteira de Habilitação Internacional. Um deles registrou no livro e disse que era $2 bol de cada. Pagamos. Aí ele entrega os documentos pro policial da outra mesa, que diz que são $5 bol de cada pelo direito de visitar a cidade. Aí caí na gozação pra cima deles. Mas não é propina. É uma arrecadação para o município (fornecem um boleto). Na saída cumprimentei os dois que me cobraram e agradeci o outro por não ter me cobrado nada. Risadas
Por falta de tempo não fomos visitar as ilhas do Sol e da Lua. Almoçamos, muito bem, à beira-lago, comendo Truchas
Vestimenta clássica pra motociclista...he he he.
Conhecemos a igreja da Nossa Senhora de Copacabana.
Fomos em busca da "bolsa negra" pra abastecer as motos.
Alguns Km após a saída chegamos à fronteira na cidade de Youngoyu, passamos pela Imigração (Passaporte p/ carimbar saída) e Aduana (ficam com o Permisso da moto). No meio da pista, na frente das cancelas da fronteira, uma rede de vôlei e um monte de nativos jogando. Para sair do País tivemos que passar por fora do campo de vôlei pra não atrapalhar o jogo (segundo o policial de plantão, eles jogam ali na estrada porque não existe outro lugar apropriado).????????. Uns 500m depois chegamos à polícia peruana.
Tudo resolvido. pegamos as motos e a primeira cancela é aberta. Passamos e vamos para a segunda cancela (
Táxi na fronteira.
Com a estrada uma miséria e muitas paradas para fotos, chegamos em Puno já noite. Barreira policial. Só uma rápida inquisição por um cabo metido a general e liberados. Já avistávamos a cidade quando cai a maior chuvarada. Rodamos mais uns dois km e paramos num posto de gasolina (grifo) para botar a roupa de chuva. Seguimos até uma rótula (rotonda) dentro da cidade (esquecemos de procurar a mana do policial no 5,5). Um gurizão aparece (uma jaqueta com logo de hotel) e faz seu marketing. Resolvemos conferir. Como não dava pro cara ir de carona com a gente por causa da bagagem, ele pega um Táxi (??) que era uma bicicleta com 2 rodas na frente (onde vai o passageiro) protegida por um toldo e uma roda atrás onde vai o motorista dirigindo a coisa. Gozadissimo. Tem de tudo que é tipo e muito coloridas.
Conferimos e gostamos. Hotel ______________ a US$30, duplo, garagem, aquecimento, café, bar. No próprio hotel já acertamos o passeio a ilha de Uros para o dia seguinte às 9:00h com uma Van buscando no Hotel, levando para o porto e buscando depois do passeio, por $20 soles/pessoa..
Por Luis Fernando - Quando começamos a contornar o Lago Titicaca, mais precisamente o Lago de Huinaymarca ( “Como a parte sudeste do lago é separada do resto do lago pelo estreito de Tiquina, os bolivianos chamam essa pequena parte de Lago Huinaymarca e a parte maior de Lago Chucuito. No Peru, essas partes pequena e grande são conhecidas como Lago Pequeño e Lago Grande, respectivamente.”) , chegamos




























































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