Acordei
às 6:30h e às 7h já tinha descoberto um mecânico pra moto do Neco.
O trio ficou
arrumando as bagagens nas motos. Lá pelas 8:30h a moto estava pronta e eu pedi
pro cara arrumar o pedal das marchas da minha moto, que estava solto. O Neco vai pro hotel pra
arrumar a bagagem e o trio já partiu.
Nos despedimos da Yenni e saímos às 10h pra tocar 420km.
Barbada se
a gente pensar em uma estrada do Brasil. As Xtzonas matam em 4 horas ou menos.
Hahahaha. Pura ilusão. Primeiros km normais, depois uma seqüência de curvas à
beira de precipícios.
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| Em El Fiscal, notícias para o Brasil. |
Logo após, 100km de deserto escaldante. Depois 200 km de
deserto com neblina (eu nunca tinha rodado tanto tempo dentro de neblina) e
depois só deserto.
Pit stop...
E de repente, no meio do deserto, surge Tacna.
Chegamos em Tacna às 17:30h e logo achamos uma pousada:
Hotel El Meson a $85 soles o duplo, restaurante com preço na média, garagem.
Largamos as tralhas e fomos dar uma “mirada” na tal de Zona Franca. É tipo de um kamelódromo. Centenas de lojas de roupas, eletros, info, câmeras digitais, etc... com preços pelo menos 40% mais baixos que no Brasil. Fomos dormir depois da 1h da manhã, não sem antes resolvermos que iríamos pelo deserto até Calama e não pela costa para reduzir em 200km o trajeto.


























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