quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

9 JAN. – De Villa Tunari à Cochabamba-BO (4500 m de altitude).

Saímos às 8h...



...e tocamos para Cochabamba. A estrada estava mesmo horrível. Foi bom ficarmos à noite naquele hotel. Mas a estrada não é toda ruim. Destes 270km que faltavam, só uns 50km estão ruins (subida de serra)...


...o restante está muito bom.








Pit stop em um paradouro (bem diferente) deserto...lanche pra evitar o soroche.






Ao entrarmos em Cochabamba nos deparamos com o trânsito. Milhares de motos, todos sem capacete, micro ônibus coloridos, vans ferozes caçando passageiros, todos param em qualquer lugar da rua. Se a rua tem 3 pistas eles param em qualquer uma delas se um passageiro fizer sinal. Se vem carro atrás, paciência. Uma loucura nunca vista. Pedi informações sobre uma livraria com a idéia de conseguir um mapa da cidade. Achamos uma, compramos o mapa e ainda conhecemos um sonhador (quer, mas não realiza) de viagens de moto, que nos deu dicas de hotéis e restaurantes.









Achamos o Hotel Kokusai, na Av. Ayacucho, 552. Muito bom, a US$28,00 o apto. duplo, garagem fechada.






Meio da tarde fomos conhecer o morro que tem a estátua do Cristo Redentor. Uma vista bacana da cidade, que está situada em um vale e tem 800.000 habitantes.










Ao final do passeio tentamos localizar uma oficina e recolocar meu retrovisor, mas desistimos por não encontrarmos uma adequada.



Então, em uma Lan House, uma atualizada no relato.


Vale ainda ressaltar um aspecto único quanto ao trânsito da cidade: Existem centenas de lotações Toyota, Nissan, etc... com 5 portas. Ocorre que eles embucham 10 passageiros, sendo 2 no banco ao lado do motorista, 4 no banco de trás e quatro no porta-malas que vai com a porta aberta para cima e os passageiros com as pernas para fora. Não é um ou outro. É o normal de todos. Isso na cidade ou na estrada.

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