Chegamos
às 7:15h na Aduana (saída do Chile)...
mas só abre às 8:00h. Ficamos na boca do guichê para não perder a vez.
Às oito abre a Aduana e, em 15min, estamos liberados.
Até aquela hora o trio não tinha aparecido e fomos embora. As motos não passavam de 60km/h em 3ª marcha (a subida é suave mas chega-se a 4600m de altitude).
Paramos muito para tirar fotos pois a paisagem é muito bonita.
No caminho, acidente com uma cegonheira, provavelmente dormiu no volante.
E o espetáculo continua.
Chegamos à Aduana de Jama (entrada na Argentina) e fui entrando logo pois o Neco estava um pouco para trás. Só anotam no micro a entrada da moto e me mandam pra imigração. Carimbam o passaporte e já estou liberado. Como a gente vai circulando por dentro do prédio, imaginei que o Neco estivesse um pouco atrás. Saio do outro lado e não vejo só a moto do Neco, mas outras 3 junto. Era o trio de novo. 7º encontro.
Fomos até Susques juntos.
Em Susques paramos, obrigatoriamente, para abastecer e resolvemos fazer um lanche. O trio resolveu não lanchar e largaram na frente.
Pit stop no Salar de Olaraz.
Tomamos rumo, e a estrada continua muito bonita.
Passamos por Purmamarca e paramos para bater mais fotos da Montanha das 7 Cores.
De Purmamarca até Jujuy a estrada é espetacular. Fomos a 110/120 (no fluxo local). Próximo a Jujuy passamos pelo Julio e na entrada da cidade encontramos o Telmo e o Cézar. 8º encontro. Disseram que iam dormirem Jujuy. Fomos direto para Salta. Quase uma auto-estrada. Mas num
determinado ponto uma bifurcação e placa nos dois sentidos para Salta. O Neco
foi por uma e eu pela outra e paramos nos olhando. Nisto para uma Honda África
Twin. Era o Estevão e a esposa chegando de Machu Picchu.
Aí nos dizem que à direita é pela região da serra (belíssima passamos no ano de 2005) e à esquerda pela auto-pista. Seguimos pela auto-pista e chegamos a Salta às 21:00h. Paramos num pedágio antes de Salta e a moto do Neco não pega para sair.
Fui dar uma conferida e descobri que o fusível tinha queimado. Uma direta e seguimos. Chegando em Salta fui, instintivamente, tentando achar o hotel do ano passado.
Rodamos um pouco e consegui achar, mas estava lotado. Fomos no Gran Hotel Premier e depois comemos umas empanadas com cerveja Quilmes.
mas só abre às 8:00h. Ficamos na boca do guichê para não perder a vez.
Às oito abre a Aduana e, em 15min, estamos liberados.
Até aquela hora o trio não tinha aparecido e fomos embora. As motos não passavam de 60km/h em 3ª marcha (a subida é suave mas chega-se a 4600m de altitude).
Paramos muito para tirar fotos pois a paisagem é muito bonita.
No caminho, acidente com uma cegonheira, provavelmente dormiu no volante.
E o espetáculo continua.
Chegamos à Aduana de Jama (entrada na Argentina) e fui entrando logo pois o Neco estava um pouco para trás. Só anotam no micro a entrada da moto e me mandam pra imigração. Carimbam o passaporte e já estou liberado. Como a gente vai circulando por dentro do prédio, imaginei que o Neco estivesse um pouco atrás. Saio do outro lado e não vejo só a moto do Neco, mas outras 3 junto. Era o trio de novo. 7º encontro.
Fomos até Susques juntos.
Em Susques paramos, obrigatoriamente, para abastecer e resolvemos fazer um lanche. O trio resolveu não lanchar e largaram na frente.
Pit stop no Salar de Olaraz.
Tomamos rumo, e a estrada continua muito bonita.
Passamos por Purmamarca e paramos para bater mais fotos da Montanha das 7 Cores.
De Purmamarca até Jujuy a estrada é espetacular. Fomos a 110/120 (no fluxo local). Próximo a Jujuy passamos pelo Julio e na entrada da cidade encontramos o Telmo e o Cézar. 8º encontro. Disseram que iam dormir
Aí nos dizem que à direita é pela região da serra (belíssima passamos no ano de 2005) e à esquerda pela auto-pista. Seguimos pela auto-pista e chegamos a Salta às 21:00h. Paramos num pedágio antes de Salta e a moto do Neco não pega para sair.
Fui dar uma conferida e descobri que o fusível tinha queimado. Uma direta e seguimos. Chegando em Salta fui, instintivamente, tentando achar o hotel do ano passado.
Rodamos um pouco e consegui achar, mas estava lotado. Fomos no Gran Hotel Premier e depois comemos umas empanadas com cerveja Quilmes.
Por Luis Fernando – Com
certeza o trecho San Pedro de Atacama – CH
à San Salvador de Jujuy – AR, foi
o mais diversificado em estradas e paisagens. Retas e curvas, longas e curtas,
subidas e descidas, desertos, montanhas de areia, de pedra e de neve, montanha
colorida, picos nevados, vulcão, salares.
Até então, não tinha presenciado tanta
coisa bonita em tão curto espaço de tempo.
Em um momento aconteceu uma coisa inesperada, em velocidade nas motos , percorrendo longas retas em meio a uma mistura de desertos e salares, quase dormimos. É, é isso mesmo,quase dormimos pilotando as XTs, cheguei a fechar os olhos por alguns segundos.Que perigo !!!
Em um momento aconteceu uma coisa inesperada, em velocidade nas motos , percorrendo longas retas em meio a uma mistura de desertos e salares, quase dormimos. É, é isso mesmo,quase dormimos pilotando as XTs, cheguei a fechar os olhos por alguns segundos.Que perigo !!!
Acho que a combinação de altitude, velocidade
constante, barulho do vento, ronco do motor, retas que pareciam infinitas, foi
que provocou aquela soneira momentânea.
Paramos, fumamos, conversamos,
caminhamos, tudo para espantar o sono, e seguimos viagem.
Sem sono.
























































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