terça-feira, 26 de janeiro de 2016

17 JAN – De Águas Calientes à Ollantaytambo e Cusco-PE.

8:30 sai o trem, com pontualidade.








Agora entendemos a diferença de preço: este trem é só um vagão, o qual é a própria locomotiva.







Cerca de meia hora de viagem e o trem vai parando e para no meio do nada.






 Rio Urubamba à direita e altíssimos picos em ambos os lados.




Logo vem a ferromoça e: “por favor, nossotros necessitamos la ayuda de 5 varones”. Falou em varão é com a gente mesmo (que nada, a gente tava é muito a fim de fumar) e desembarcamos uns 15 machões (acho que todos desceram só pra fumar). Aí olhamos pra frente e tinha uma enorme rocha em cima dos trilhos, que segundo o maquinista tinha 1,4m x 0,90m x 0,70m. Com as chuvas do dia anterior a bixa despencou morro abaixo, quebrou um dormente e “empurrou” os dois trilhos para o lado.




Enquanto isso, trem parado, aparece uma nativa vendendo flores.



Primeiro a gente tinha que alavancar a rocha contra o barranco e depois o maquinista ia ver se podia passar com os trilhos em curva. Arrumaram um dormente pra servir de alavanca e lá se grudaram os “quince varones”. E não é que conseguimos tirar a rocha! Passamos bem devagar e pau na máquina.






Por causa da rocha chegamos às 11:00h no hotel, juntamos as coisas, almoçamos...



...mais umas voltas por Ollantaytambo...







...e direto pra estrada pra chegar em Cusco e procurar a turma de Floripa. O problema é que eu não tinha a mínima idéia do nome do hotel que o Telmo tinha falado. Ficamos dando umas voltas pra ver se lembrava nome de rua ou de hotel, mas nada. Falamos com um motora de táxi e ele indicou uma rua que tinha muitos hotéis pra gente escolher. Pedimos pra ele ir até a rua que a gente ia seguindo e pagava a corrida . Aí o cara vai pela rua e para exatamente na frente do Hotel San Isidro Labrador. Pô, é esse! O Neco entra e volta dizendo que as motos do pessoal estão no corredor do hotel.


Beleza e pura sorte. Mas quando estávamos tirando a bagagem ao chegarmos, para uma BMW GS 1.150cc, pilotada pelo Alejandro, Argentino e que está trabalhando em Lima.


Um bom papo e diz que não podemos deixar de conhecer o Bar Norton, no 1º andar na Plaza de Armas. Diz que é um ponto de encontro de motociclistas de todo o mundo.
À noite jantamos todos juntos para comemorar o 2º encontro e demos uma caminhada pela cidade.



Detalhe da tranca da porta no quarto do hotel...






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