8:30
sai o trem, com pontualidade.
Agora entendemos a diferença de preço: este trem
é só um vagão, o qual é a própria locomotiva.
Rio Urubamba à direita e altíssimos picos em ambos os lados.
Logo vem a ferromoça e: “por favor, nossotros necessitamos la ayuda de 5 varones”. Falou em varão é com a gente mesmo (que nada, a gente tava é muito a fim de fumar) e desembarcamos uns 15 machões (acho que todos desceram só pra fumar). Aí olhamos pra frente e tinha uma enorme rocha em cima dos trilhos, que segundo o maquinista tinha 1,4m x 0,90m x 0,70m. Com as chuvas do dia anterior a bixa despencou morro abaixo, quebrou um dormente e “empurrou” os dois trilhos para o lado.
Enquanto isso, trem parado, aparece uma nativa vendendo flores.
Primeiro a gente tinha que alavancar a rocha contra o barranco e depois o maquinista ia ver se podia passar com os trilhos
Por
causa da rocha chegamos às 11:00h no hotel, juntamos as coisas, almoçamos...
...mais umas voltas por Ollantaytambo...
...e direto pra
estrada pra chegar em Cusco e procurar a turma de Floripa. O problema é que eu
não tinha a mínima idéia do nome do hotel que o Telmo tinha falado. Ficamos
dando umas voltas pra ver se lembrava nome de rua ou de hotel, mas nada.
Falamos com um motora de táxi e ele indicou uma rua que tinha muitos hotéis pra
gente escolher. Pedimos pra ele ir até a rua que a gente ia seguindo e pagava a
corrida . Aí o cara vai pela rua e para exatamente na frente do Hotel San
Isidro Labrador. Pô, é esse! O Neco entra e volta dizendo que as motos do
pessoal estão no corredor do hotel.
Beleza e pura sorte. Mas quando estávamos tirando a bagagem ao
chegarmos, para uma BMW GS 1.150cc, pilotada pelo Alejandro, Argentino e que
está trabalhando em Lima.
À noite jantamos todos juntos para comemorar o 2º encontro e demos uma caminhada pela cidade.
Detalhe da tranca da porta no quarto do hotel...



































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