Às
8h fui procurar a oficina Motomax, que já conhecia de 2005.
O único problema é
que eu estava com o cartão da Motomax, mas ninguém conhecia a rua.
Até que
descobrimos que o cartão é da Motomax de Mendoza. Mas achei a Motomax dali e
deixei a moto pra trocar óleo.
Saí pra avisar o Neco pois pelo rádio não estava
conseguindo contato, e vejo duas motos com os tanques adesivados (proteção para
viagem). Passaram e vi que as placas eram do Brasil. Continuei andando e
percebi pelo barulho, que as motos tinham parado. Voltei e os dois caras
estavam na calçada pedindo informação. Queriam uma oficina. Indiquei onde tinha
deixado a moto e disse que voltaria logo pra gente bater um papo. Uma moto com
placa de Minas Gerais e a outra de Brasília. Voltei com o Neco e fomos falar
com a dupla. Gilberto e Leo.
O Leo é de Minas mesmo, mas o Gilberto mora em Rio Vermelho , em Floripa. Papo vai, papo vem, disse: pô, vcs são os caras que o Paulinho
me falou. (Paulinho: nosso primo e que viajou em 2005 com a gente). Eles
estavam começando a viagem deles e iam entrar pelo sul da Bolívia para chegar
até Machu Picchu. Ficamos de papo até perto do meio-dia e partimos. Seguimos às
14h para Santiago Del Estero (direção sul) para depois dessa cidade rumarmos
para leste, em direção à cidade de Goya e lá atravessar o Rio Paraná e seguir
até Uruguaiana/RS.
Chegamos
a noite, e depois de algumas voltas encontramos um bom hotel, Nuevo Hotel
Bristol, onde saboreamos um belo “Lomo a La Plancha com Papas Fritas” (um bifão com batatas fritas e
arroz) com (novamente) cerveja Quilmez, bem geladas. E fomos dormir.






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