16 JAN – De Ollantaytambo à Àguas Calientes e Machu
Picchu-PE.
Desconfiado,
resolvi ir às 7:30h para a estação e não às 11:00h.
Deixamos bagagens e motos no hotel e fomos só com a roupa do
corpo para Águas Calientes às 9:30h, com previsão de chegada às 11:00h.
A linha
férrea acompanha o rio Urubamba, extremamente caudaloso e com formação de grandes
ondas, pois seu leito é de grandes rochas. Um grande contraste com as montanhas
altissimas e de rala vegetação.
Chegando em Águas Calientes resolvemos trocar
as passagens para o dia seguinte, com receio de que não conseguissemos ver tudo
em tão pouco tempo. Pegamos bilhetes para dia 17 às 8:30h, pagando US$7 pela
troca e mais US$12 pela alteração da categoria do trem. Notaram que aqui é tudo
em dólar?? Pois é, nem a passagem de trem e nem a do ônibus para Machu Picchu
dá pra se pagar em Soles. Os caras querem é dólar.
Depois fomos correndo pra
bilheteria do micro-ônibus que vai nos levar a Macchu Pichu. Mais US$12 (ida e
volta). Tem a opção de pagar 50% e voltar caminhando, como muita gente faz, mas
leva 1:30h.
Depois de muito subir...
...chegamos finalmente, a Macchu Pichu.
Na entrada, lancheria, telefones públicos, banheiros, guarda-volumes...
...e ao lado o Hotel (5 estrelas) Belmond Sanctuary Lodge.
É algo
muito incrível.
Percorremos o caminho completo. As ruínas são fascinantes. Não
tem como descrever. Estar lá e ver o trabalho que foi feito com aquelas pedras,
naquela altitude e acesso extremamente difícil, só vendo para se poder sentir a
grandiosidade de toda a obra.
Confirmada a suspeita levantada na conversa com o
Sul-africano (motociclista que encontramos em Puno): achamos o Telmo (BMW 650) e o Julio (Yamaha XT 660) no meio do
caminho.
Nos contaram que sairam dia 27/12, foram a São Pedro de Atacama no
Chile e dali subiram para a Bolívia, Salar de Yuni, Cochabamba, La Paz , Puno e Cusco. Junto com eles está o César (Yamaha
XT 600). Como eles estão voltando pra Cusco às 16:30h combinamos de jantar
amanhã.
O Neco, mermão, resolveu subir o Waynapicchu (uns 700m mais acima de onde a gente estava) e voltou abaixo da maior chuva, mas disse que foi espetacular.
Macchu Picchu vista do alto, na subida do Waynapicchu.
Na volta, descida com chuva.
Terminando o trajeto fomos
pro bar local para tomar um refri e bater um papo com o trio. Eles sairam pra
pegar o trem e ficamos mais um pouco esperando reduzir a fila para o
micro-ônibus.
Aí, escutamos um papo em português e fomos conferir. Um casal de
São Paulo e 3 filhos, que estavam de pick-up fazendo o nosso percurso ao
contrário. Rubinho, Marina e seus 3 grandes conhecedores e comedores de pizza
(a gente falava de uma cidade e eles diziam o nome de alguma pizzaria que
tinham conhecido). Já no ônibus, sentamos próximos a eles e o Neco comenta que
é de Torres e a turma: De Torres??? A
surpresa da coincidência é porque vão sempre a Torres para os encontros de
Balonismo. Rubinho comercializa balões e participa de eventos. Eles e o Neco já
combinaram de se encontrar no próximo evento em Maio.
...e depois
jantar no Restaurante Inka Wasi, onde o Neco pediu um Pollo a La Plancha e eu pedi uma Alpaca a La Plancha $90 com as cervas. Excelente ambiente e serviço.
Depois da janta fomos conhecer a Plaza principal, onde vários guias/turismo (com as placas com nomes) aguardavam as excursões...
...e nos encontramos com um casal
de italianos que vieram na nossa frente no trem, mas ainda não tinhamos
conversado. Louco pra parlare italiano fui à luta e batemos um
grande papo: em espanhol, português e italiano. Eu, é claro, forçando pra que
eles falassem mais italiano. Ele (Paolo) é professor de língua italiana perto
de Roma e ela (Elisa) é professora de artes e mora em Santiago, no Chile.
Fomos
terminar o papo no bar do nosso hotel com cervas e pisco.





























































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