Saímos os cinco às 9h. A estrada uma beleza.
Baixamos dos 4.500 pra 700m novamente.
O frio de manhã cedo é intenso. Numa das paradas lembrei do conhaque de alcatrão (da sogra) e detonamos uma garrafa e meia, destas de bolso.
Passando em Puquio, paramos para abastecer. Saindo do posto a moto do Neco pega, mas só funciona na lenta. Concluo que deve ser carburação entupida e aviso o trio para seguir viagem, pois vamos procurar um “tailler” – oficina.
O frio de manhã cedo é intenso. Numa das paradas lembrei do conhaque de alcatrão (da sogra) e detonamos uma garrafa e meia, destas de bolso.
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| Foto conhecida como..."A MÃO DO DESERTO". |
Passando em Puquio, paramos para abastecer. Saindo do posto a moto do Neco pega, mas só funciona na lenta. Concluo que deve ser carburação entupida e aviso o trio para seguir viagem, pois vamos procurar um “tailler” – oficina.
Na
cidade só tem 2 oficinas e os 2 mecânicos estão fora e só voltam no dia
seguinte. Encostamos as motos na frente de uma oficina de carros e começamos a
desmontar o carburador.
Sem prática, levamos uma hora para tirar o carbura e limpar, e um raio de um parafuso nos pegou por mais 3 horas. Isto tudo sem saber se o que estavamos fazendo iria resolver o problema.
Montamos, testamos e ficou 10. Enquanto montávamos chegou um casal numa Honda África Twin 900cc. Ela argentina e ele suisso, viajando por 5 meses. Terminamos a moto já escurecendo e tivemos que ficarem Puquio. Achamos o Hostal Yuri’s
e colocamos as motos dentro do prédio.
Pegamos um “táxi”(???) tipo lambreta com 3 rodas, carroceria de fibra, piloto na frente e dois passageiros atrás...
...e fomos ao restaurante Estancia.
Internet e telefone nem pensar. As ruas da cidade parecem uma trilha. Eu andava direto em pé na moto, de tanto buraco.
Por Luis Fernando – Enquanto no alti-plano Peruano, como disse o mano Quico, muito frio e eu não estava usando os luvões (contra chuva/frio) na moto, só as luvas de couro por cima das luvas para frio ( o que não impedia o frio), as mãos congelavam. Não passava de80 Km/h , a moto
estava perfeita, mas não queria deixar mais negativa a sensação térmica.
Sem prática, levamos uma hora para tirar o carbura e limpar, e um raio de um parafuso nos pegou por mais 3 horas. Isto tudo sem saber se o que estavamos fazendo iria resolver o problema.
Montamos, testamos e ficou 10. Enquanto montávamos chegou um casal numa Honda África Twin 900cc. Ela argentina e ele suisso, viajando por 5 meses. Terminamos a moto já escurecendo e tivemos que ficar
Pegamos um “táxi”(???) tipo lambreta com 3 rodas, carroceria de fibra, piloto na frente e dois passageiros atrás...
Internet e telefone nem pensar. As ruas da cidade parecem uma trilha. Eu andava direto em pé na moto, de tanto buraco.
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| Vivienda Vigilada...Zona Rigida (!?) |
Por Luis Fernando – Enquanto no alti-plano Peruano, como disse o mano Quico, muito frio e eu não estava usando os luvões (contra chuva/frio) na moto, só as luvas de couro por cima das luvas para frio ( o que não impedia o frio), as mãos congelavam. Não passava de
Então, fomos (no momento viajávamos com
mais três amigos) “obrigados” a fazer uma parada, sozinhos na estrada, sentamos
no asfalto para pegar um pouco de sol, comemos bolachas salgadas e tomamos
alguns goles de “Tira Frio”, he he he.
Bons momentos, bons momentos. Na parada em Puquio (desmontando/montando carburador) quando encontramos o casal, notei um adesivo no capacete dela, "Parceiros da Estrada - RS" ...como assim !!??
Conhecemos o MC de Poa-RS, o presidente Fabio, Fernando e Léo, ela disse que o capacete era emprestado, não conhecia o MC. Baita coincidência né? He he.
INFELIZMENTE, o fato não foi registrado, além de estarmos com pressa, pois estava anoitecendo, estávamos com as mãos engraxadas pra pegar a máquina fotográfica...
ARREPENDIMENTO: com certeza...devia ter engraxado a máquina !































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