quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

20 JAN – De Chalhuanca à Puquio-PE.

Saímos os cinco às 9h. A estrada uma beleza. Baixamos dos 4.500 pra 700m novamente.

















O frio de manhã cedo é intenso. Numa das paradas lembrei do conhaque de alcatrão (da sogra) e detonamos uma garrafa e meia, destas de bolso.







Foto conhecida como..."A MÃO DO DESERTO".

Passando em  Puquio, paramos para abastecer. Saindo do posto a moto do Neco pega, mas só funciona na lenta. Concluo que deve ser carburação entupida e aviso o trio para seguir viagem, pois vamos procurar um “tailler” – oficina.
Na cidade só tem 2 oficinas e os 2 mecânicos estão fora e só voltam no dia seguinte. Encostamos as motos na frente de uma oficina de carros e começamos a desmontar o carburador.





Sem prática, levamos uma hora para tirar o carbura e limpar, e um raio de um parafuso nos pegou por mais 3 horas. Isto tudo sem saber se o que estavamos fazendo iria resolver o problema.



Montamos, testamos e ficou 10. Enquanto montávamos chegou um casal numa Honda África Twin 900cc. Ela argentina e ele suisso, viajando por 5 meses. Terminamos a moto já escurecendo e tivemos que ficar em Puquio. Achamos o Hostal Yuri’s  e colocamos as motos dentro do prédio.



Pegamos um “táxi”(???) tipo lambreta com 3 rodas, carroceria de fibra, piloto na frente e dois passageiros atrás...




...e fomos ao restaurante Estancia.




Internet e telefone nem pensar. As ruas da cidade parecem uma trilha. Eu andava direto em pé na moto, de tanto buraco.


                                                                                                                                                  
Vivienda Vigilada...Zona Rigida (!?) 

Por Luis Fernando – Enquanto no alti-plano Peruano, como disse o mano Quico, muito frio e eu não estava usando os luvões (contra chuva/frio) na moto, só as luvas de couro por cima das luvas para frio ( o que não impedia o frio), as mãos congelavam. Não passava de 80 Km/h, a moto estava perfeita, mas não queria deixar mais negativa a sensação térmica.
Então, fomos (no momento viajávamos com mais três amigos) “obrigados” a fazer uma parada, sozinhos na estrada, sentamos no asfalto para pegar um pouco de sol, comemos bolachas salgadas e tomamos alguns goles de “Tira Frio”, he he he.
Bons momentos, bons momentos. 
Na parada em Puquio (desmontando/montando carburador) quando encontramos o casal, notei um adesivo no capacete dela, "Parceiros da Estrada - RS" ...como assim !!??
Conhecemos o MC de Poa-RS, o presidente Fabio, Fernando e Léo, ela disse que o capacete era emprestado, não conhecia o MC. Baita coincidência né? He he.
INFELIZMENTE, o fato não foi registrado, além de estarmos com pressa, pois estava anoitecendo, estávamos com as mãos engraxadas pra pegar a máquina fotográfica...
ARREPENDIMENTO: com certeza...devia ter engraxado a máquina !  

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